
O romantismo é uma forma de se expressar que até hoje é utilizado. Mas em um período de rápida industrialização, o romantismo parecia muito escapista. Escritoresdo século XIX queriam escrever sobre o mundo real e as forças que nele operavam; o que torna nossos dias não muito diferentes.
Utilizar o romantismo hoje não é comum. Quando usado, as pessoas estranham e chegam até a zombar. Claro que não é usado na mesma intensidade que antigamente, mas alguns fatores o iguala. No século XXI não se vê filmes, seja de ação ou mesmo de terror sem que aja um casal, ou cena pervertida para o lado sensual. Dessa forma podemos dizer que as ações sociais são sim um ciclo. A era primitiva se parece com a atual. Mas até que ponto pode isso chegar? Ou melhor, que forma terá no final?
A imaginação dominante em livros e em filmes atuais, usa o romantismo, mas no cenário algo real, muitas vezes comprovado pela ciência. O realismo hoje é tão necessário quanto a linguagem e os ideais romanticos. A denúncia social é exposta, e dúvidas que antes eram vetadas hoje são debatidas com autonomia e rapidez, utilizadas muitas principalmente em época de eleição.
Mas ao mesmo tempo que o homem romantico se relaciona com o homem realista, muitas vezes protagonistas, são de alguma forma diferentes, e até demais para analisar e refletir sobre sua convivência. Podemos concluir que o realismo representa uma reação ao subjetivismo do romantismo, ou seja, o equilíbrio agora está em ser coerente com a razão; ser romantico é cafona!
(ideias realistas do séc. XIX no séc. XXI- por Ágatha Marques)
