segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O morro dos ventos uivantes.

"Se me amavas, por que me deixaste? Com que direito?"



"Como posso eu viver sem a minha vida?"


"...não posso continuar assim, a ter de me forçar a
respirar, quase a ter de forçar o coração a bater! É como
dobrar um pedaço de ferro: é só pela força, e não pela
vontade, que faço as coisas mais simples, e é só à força que
concebo coisa viva ou morta que não esteja associada a uma
ideia universal..."

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